Saúde
Quadro sanitário
As ocorrências mais preocupantes são
a malária e o dengue (inclusive em sua versão hemorrágica),
a hepatite A e as perturbações do aparelho digestivo.
Em Díli, há um Hospital Geral (telefone: +670-390-321-448)
, que opera com graves carências de pessoal e equipamento.
Pacientes em estado muito graves têm de tratar-se em Darwin.
A UNMISET mantém uma unidade hospitalar de nível 2,
destinada ao atendimento apenas dos militares da Força de
Manutenção de Paz.
Precauções
Recomenda-se a vacinação contra as
seguintes patologias:
- Encefalite Japonesa;
- Febre Amarela;
- Hepatite A e B;
- Poliomielite;
- Tifo.
Convém, porém, vacinar-se também
contra tétano e difteria. A vacinação contra
febre amarela, as hepatites A e B, poliomielite, tétano,
paratifo e difteria pode ser feita no Brasil no Ministério
da Saúde (Secretaria de Vigilância Sanitária),
em postos da Secretaria de Saúde dos Estados e do Distrito
Federal ou em clínicas particulares, como a CLIVAC –
Clínica de Vacinas (SHLS 716 – Conj. L – Centro
Clínico Sul – Torre II, 2° andar, sala 202, CEP
70390-070, Brasília, DF, telefone: 346-7071, fax/fone: 346-0643
ou SHLN 116 – Bloco J, Edifício Multiclínicas
– Sala 310 CEP 70770-550, Brasília-DF, telefone: 274-3949,
fax/fone: 340-7117) . Já com respeito ao tifo e à
encefalite japonesa, as vacinas têm de ser tomadas na Austrália,
em clínicas particulares como o Travellers’ Medical
and Vaccination Centre (Level 7, Dymocks Building, 428 George Street,
Sydney 2000, NSW, Austrália, telefone: + 61 – 2 –
9221-7183 ou, exclusivamente na Austrália, 1-800-658-844.
Website: www.tmvc.com.au). As clínicas australianas cobram
uma consulta médica além do preço das vacinas.
O antimalárico mais recomendado, em viagens curtas, é
o antibiótico doxiciclina, que pode ser obtido no Brasil.
O tratamento, a ser feito sempre de acordo com a indispensável
orientação médica, deve começar antes
da viagem e prosseguir após deixar-se a área da doença.
A cobertura, tanto das vacinas, quanto dos medicamentos antimaláricos,
não é completa.
Com respeito à malária, há,
além do uso da doxiciclina (um comprimido de 100 mg diário),
outras formas de prevenção, como a ingestão
de mefloquina (um comprimido semanal). A malária, uma vez
contraída, é curável, se detectada e tratada
em tempo. É recomendável o uso de repelente contra
mosquitos.
Emergências, Atendimento Médico e Hospitalar.
Medicamentos
As causas mais comuns de hospitalização
de estrangeiros em Díli são insolação,
malária e acidentes com veículos. Há instalações
hospitalares que podem ser utilizadas em casos de emergência,
sendo preferível, porém, tomar todos os cuidados possíveis
para evitar o recurso à hospitalização. Casos
mais graves têm de ser tratados no exterior. É recomendável
que o visitante leve consigo seus medicamentos habituais, em quantidade
suficiente para seu consumo durante a permanência em Timor-Leste.
O contingente militar brasileiro dispõe de médico
e dentista, mas seu equipamento é limitado. Atende em Díli
uma dentista australiana, a Dra. Peta Leigh (+670-723-3359). A Embaixada
da Austrália também dispõe de uma médica,
a Dra. Kathy Innes (telefone 311-555), que atende com hora marcada
e cobra preço apenas simbólico. As farmácias
e supermercados de Díli possuem estoque de medicamentos limitado
em quantidade e variedade. Convém examinar atentamente a
data de vencimento dos remédios a serem adquiridos. Funcionam
em Díli diversas clínicas particulares, nas quais
o atendimento é muitas vezes efetuado por farmacêuticos
e práticos (praktik dokter), cujas qualificações
podem ser discutíveis.
Telefone (celular) para Ambulância: 723-3212
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