Lojas e Comércio
O comércio de Díli foi praticamente
todo destruído com os incêndios que precederam a retirada
dos antigos ocupantes estrangeiros. Pouco a pouco, porém,
a atividade comercial se normaliza. Já há certa quantidade
de restaurantes todos extremamente simples (exceto o do Hotel Timor),
pequenas lojas e armazéns, além de vendas ao longo
das ruas e estradas. Não há vendas a crédito,
embora alguns estabelecimentos comecem a admitir cartões
de crédito internacionais e de debito do banco ANZ. Cheques
não são aceitos.
Nos distúrbios civis de 4 de dezembro de 2002,
manifestantes atearam fogo ao supermercado "Hello, Mister"
e ao antigo "Hotel Rezende" (então denominada Loro
Sae Dili Hotel), que fecharam suas portas como resultado dos incêndios
subseqüentes.
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