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Capa Livro
 

QUEIMADO QUEIMADO, MAS AGORA NOSSO. TIMOR: DAS CINZAS À LIBERDADE

ROSELY FORGANES

EDITORA LABORTEXTO

Um dos melhores livros escritos sobre Timor.

Professor Marcelo, TVI - PORTUGAL

O que me conquistou neste livro é a maneira como Rosely consegue rir das coisas mais trágicas, achar graça nas situações mais difíceis, passar do drama ao riso. No fundo a vida é assim, isso é muito humano. Também fiquei emocionado com o que ela conseguiu fazer  da música “Ai Timor” na série de reportagens.  Fiquei arrepiado várias vezes. 

Luís Represas, padrinho do lançamento do livro em Portugal

É um registro fantástico de um momento histórico, um livro que certamente ficará para a sempre na estante dos clássicos do Timor Leste. Tudo isso numa linguagem clara, que faz o leitor praticamente esquecer que o livro tem mais de 500 páginas. O livro de Rosely é precioso porque conta a trajetória de homens e mulheres e crianças que participaram da reconstrução.

O Estado de São Paulo- HAROLDO CERAVOLO SEREZA

Livros como o Rosely Forganes deveriam ser leitura obrigatória em escolas de jornalismo.

Ricardo Bonalume Neto- Folha de São Paulo

Apesar do tema árido, Rosely traça um rico painel da ex-colônia portuguesa, narrando com emoção e até com pitadas de humor histórias ora dramáticas, ora comoventes, revelando um povo peculiar e muito persistente.

Isto É

Rosely foi o Euclides da Cunha do Timor.

Radio Senado, Margarida Patriota, programa Autores e Livros

Rosely esteve no Timor Leste quatro vezes depois de 1999. Viu a destruição de perto e, "sem coragem de dar às costas", quis voltar para acompanhar a reconstrução do país. Fez centenas de entrevistas, costurando habilmente os depoimentos de políticos, habitantes, militares, educadores, missionários, religiosos.
Vera Fiori - Suplemento Feminino - O Estado de São Paulo

Escritos sempre na primeira pessoa do singular, os depoimentos são vivos, como se tudo estivesse acontecendo no momento da leitura. Esta dinâmica faz "prender" o leitor, que se emociona com a obra. Carla Mendes Agencia Lusa

Como diz o "Manual da Redação" da Folha, "o jornalista precisa encarar o fato com distanciamento e frieza, o que não significa apatia nem desinteresse". Essas palavras vêm a calhar para descrever o livro de Rosely Forganes sobre Timor Leste. Pois foi justamente o seu interesse, ou melhor, sua paixão pelo mais novo país do planeta que fez ela voltar mais de uma vez ali. Folha de São Paulo

Uma das principais responsáveis pelo crescente interesse tupiniquim por aquele pequeno e longínquo país de língua portuguesa é a jornalista Rosely Forganes, autora de várias reportagens de regiões conflagradas, como Mianmar (ex-Birmânia), Camboja, Tibete, China e Índia. Claudio Camargo – Isto E

Há livros que não apetece largar, antes de chegar ao fim. O de Rosely Forganes enquadra-se perfeitamente dentro desse grupo restrito! 500pags? Quando vêm as próximas 500??? Rosely revela-nos os personagens tal qual como são, transmite-nos a forma de pensar e agir dos próprios timorenses! Desde o Timor de Lés a Lés, do saudoso Pinto Correia, que não lia uma descrição tão profunda do Timor real. E ele teve a vantagem de lá estar vários anos, de entre a 2ª metade da década de 20 e de lá saiu em meados dos anos 30, deixando um trabalho fabuloso em Baucau. Agora há a juntar o Queimado, Queimado...Henrique Correa Braga, jornalista e pesquisador, Lisboa

O livro é quase um manual para estudantes de jornalismo. Acho que já devia vir até com um certificado. Eu já me sinto quase apto a fazer algo parecido, de tanto que aprendi. Rosely sempre tem uma história divertida para contar. Mas não é a diversão sarcástica, que faz do outro motivo de riso. Rosely ri com o outro. Encontra, até no relato doído e pesado de quem perdeu tudo, motivo para fazer, com o outro, a vida mostrar suas graças. E não há graça maior do que rir de si mesmo. Um Indiana Jones de sandalinhas, diz ela sobre seu visual. E o relato sobre o dia-a-dia dos jornalistas de guerra, então. Tem até espião infiltrado, um agente 86 que pensa que engana os "colegas" fingindo-se passar por jornalista, mas que nunca escreve nada. Olha, chega a dar vontade de entrar para esta turma.

Daniel Simião- Antropólogo, Dili, Timor Leste

Em 507 páginas, a jornalista permite que o leitor mergulhe de cabeça em uma história que começa em Paris, cidade de onde decidiu cobrir o conflito. a jornalista conta, com riqueza detalhes, todas as dificuldades por que passa um correspondente de guerra. Seu texto possibilita entender como tomou cada decisão, geralmente difícil, para reportar os fatos.

Site Comunique-se- Natalie Lima

Leitura, não; uma viagem existencial às entranhas da destruição e reconstrução de um país. Volto extenuado porque sua narração, aparentemente objetiva e jornalística, mal esconde o envolvimento pessoal e humanístico que a moveu na direção de tantas terras e gentes, de tantos conflitos e sofrimentos, em busca sobretudo da liberdade. E uma viagem assim nos cansa o espírito, nos arranca do conforto do sofá da sala e nos lança em meio a privações, medo, perigos.
J. Carino, professor UERJ

O livro de Rosely não pretende ser um compêndio de História, mas sim o montar de várias estórias, que nos dão um manancial de informação através de uma escrita arrebatadora. Ela sabe como "agarrar" o leitor, nos lança numa correria por todo o Timor, nos vários períodos em que lá esteve, desvendando-nos coisas que, mesmo a quem por lá andou, passaram despercebidas. E tem uma perspicácia enorme, sabe na hora o que é importante e o que é acessório, mas depois, na escrita, sabe doseá-la com todos esses ingredientes, dando-nos um prato suculento e abundante.
Site Revisitando Timor Leste, Lisboa

A descrição do que se via e vivia em Dili logo após a ação destruidora das milícias em setembro de 1999 é muito bem feita, e nos transporta para um mundo ao qual estamos muito pouco acostumados, embora pareça se reproduzir na Terra semanalmente. Não consigo mais assistir às notícias da TV sobre o Oriente Médio, por exemplo, sem que me venham as imagens do Timor retratado nos primeiros capítulos de Rosely.
Daniel Schroeter , leitor

Pautada por simplicidade e clareza, a obra é rica em histórias trágicas e emocionantes. A trajetória de um casal, cujas famílias refletiam a polarização independência versus integração à Indonésia, que tanto atormentou a sociedade timorense, contém tintas de romance no melhor estilo “Romeu e Julieta”. Ainda bem que, no livro, o caso tem final feliz. Detalhes do tempo colonial, em que a capital, Dili, “dançava ao som da Jovem Guarda e imitava Wanderléia”, despertam um sentimento de nostalgia naqueles que viveram os anos 60 do século passado. Ela também encerra um repertório de ensinamentos. Braço Forte, mão amiga- Noticiário do Exército

Ler Queimado, queimado, mas agora nosso!, da competente e premiada Rosely Forganes, é chegar mesmo a Timor Leste e visitar-lhe as dores e conhecer-lhe sua gente. Apesar das mais de 500 páginas, li a obra num dia. Sim... e fui chorando, rindo, me emocionando, relembrando de lugares, revendo imagens amigas. Foi assim que voltei a Timor Leste (tinha estado lá em 2001, por duas vezes)... pelas palavras sensíveis de Rosely Forganes, no seu relato verdadeiro e necessário. Parabéns e, claro, obrigada.
Dra. Regina Lemo Pires de Brito, Universidade Mackenzie

Desde o momento em que comecei a ler seu livro minha vida mudou, sou capaz de enxergar muitas coisas de forma diferente, como dizem "Dormimos uma pessoa e acordamos outra, sempre modificados conforme as influencias do dia a dia". Rosely além de ser uma heroína brasileira noTimor, lutando para entrar em território restrito, depois para sobreviver e- acredito eu- algumas vezes lutando com seu íntimo mais profundo na artimanha de sorrir, você conseguiu transcrever de forma incrível a realidade que viveu em seu livro, por muitas vezes é dificil conter as lágrimas (e olha que sou um marmanjo
de 24 anos)...Andre Ribeiro, estudante, Sao Paulo

O seu livro tem sido muito emocionante e interessante, há momentos de lágrimas e de risos (o telefone cor-de-rosa) e para facilitar a leitura não há o rebuscamento da escrita, é uma escrita limpa, direta e envolvente. Parabéns pelo livro, mas o agradecimento maior é pela sua coragem. Maria Elsa, leitora

Estou me emocionando/deleitando  muito com a leitura do livro.  Estou terminando a primeira parte (99). Está sendo muito interessante "cotejar" as imagens que formei durante as suas reportagens pela Eldorado com as imagens que formo agora com a leitura. Admiro a sua capacidade de através de histórias plenas de emoção, muitas pessoais, descrever o nascimento de uma nação, a luta de um povo. É a história viva!!

Ivan, leitor

Os relatos, contudo, não são de terror. Fiquei impressionado com a capacidade de Rosely em comunicar indignação, revolta e imagens de destruição sempre de uma maneira incrivelmente positiva. Terminamos a leitura dos capítulos sempre com a sensação de que, quer queiramos quer não, "la vita è bella". Esta sensibilidade, confesso, nunca havia visto em um jornalista. Daniel, leitor

Depois dessa viagem-leitura também tenho as narinas impregnadas pelo cheiro de queimado. Existem, também, em minha mente, as imagens contundentes do horror, da tragédia e da covardia. Mas, volto da viagem com a mala pejada de esperança, sabedor de que há gente como você e como tantos outros - brasileiros ou não - que se incomodam, se preocupam e se arriscam para denunciar e, principalmente, para ajudar. Volto consciente, sobretudo, de que para cada Timor há, e continuará havendo, a contrapartida de um grande país formado por cidadãos do mundo, como você, cuja verdadeira vida transcende as fronteiras, vence a burocracia, ultrapassa as dificuldades - e vence. Carino, UERJ

O livro é fantástico e muito bem escrito. Recomendo a todos que pretendem entender um pouco sobre o Timor leste, país que do outro lado do mundo fala português como nós. As páginas deste livro nos aproximam do Timor Leste, de seu povo e das pessoas que hoje estão fazendo a história do novo. A autora conta, com simplicidade e clareza, uma história ao mesmo tempo emocinante e trágica, mostrando o que realmente aconteceu no Timor. Afinal, ela estava lá no momento certo, acompanhou de perto o renascimento desse país - em sua primeira viagem, em 1999, desembarcou num cenário marcado pela mais completa devastação. Edu Maubere

 

e-mail: rforganes@uol.com.br

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